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Asfalto - Sistemas Térmicos para plantas de Asfalto


Fluidos de Transferência de Calor fornecem Aquecimento Constante


Sistemas Térmicos para plantas de Asfalto - Sistemas de Fluidos Térmicos são utilizados para aquecer tanques de asfalto, plantas mistas, e para armazenar silos que fornecem materiais de pavimentação para uma das maiores cidades da costa oeste dos Estados Unidos. A cidade contém mais de 9,500 kilometros de ruas, e geralmente repavimenta em torno de 435 kilometros todo ano.

Asfalto - Sistemas Térmicos para plantas de AsfaltoO asfalto da cidade é fornecido por duas plantas. Uma delas é uma planta que prepara 300.000 toneladas de asfalto por ano (1.600 toneladas de asfalto todos dias). O asfalto é bombeado para dentro de um tanque de armazenamento de líquidos, e em seguida é enviado para a balança por um sistema composto por tubulações. O asfalto misturado é movido em seguida para os silos de armazenamento, onde ficara à espera para ser carregado pelos caminhões responsáveis por sua entrega. Caso o tempo não estiver com riscos de chuva, o fluido de transferencia de calor terá que manter o asfalto quente na planta por pelo menos uma semana ou mais.

É importante ressaltar a importância do bom funcionamento da planta, pois qualquer atraso ou pausa na produção poderá atrasar as operações programadas pela cidade.

A mesma planta já utilizou várias marcas de outros fluidos térmicos, porém o tempo de degradação destes fluidos acabava sendo muito rápido, causando uma grande perda na capacidade de aquecimento dentro dos tanques.

A Paratherm NF solucionou este problema. Análises foram feitas após sua utilização do nosso fluido, e o mesmo não apresentou nenhum tipo de rompimento ou degradação comparado aos fluidos utilizados anteriormente.


Fluidos de Transferência de Calor vs.  Óleos Comuns

Os fluidos de transferência de calor são projetados e avaliados para manter a temperatura consistente nas plantas de asfalto.
Lembre-se que a parada do funcionamento do sistema pode ocorrer caso houver uma perda repentina de fluido do sistema.

Como as entregas são geralmente agendadas com antecedência, muitas empreiteiras de asfalto tendem à “mascarar” o sistema com qualquer óleo que esteja disponível para que a operação possa continuar funcionando.

A utilização de óleos com preços mais acessíveis pode causar danos ou prejuízos a longo prazo. Óleo de motor, óleo de turbina, óleo hidráulico, lubrificantes para oxidação e ferrugem, e óleos comums não são projetados para funcionar em altas temperatura de operacionais em sistemas de fluido de transferência de calor. Tanto estes tipos de óleos como os de multi-uso são vendidos por várias empresas como fluidos de transferencia de calor. Infelizmente estes óleos não são confiáveis por possuírem aditivos na sua composição que são destinados a outras aplicações.

Uma vez que estes aditivos forem utilizados, seus restos serão uma base ruim de óleo refinado. O lodo formado poderá diminuir a variação da transferência de calor e em alguns casos poderá causar a obstrução completa do sistema. Caso o sistema seja obstruído, a planta toda deve ser parada e será necessário realizar a limpeza do sistema inteiro.


Rotina de manutenção adequada = Bom funcionando da planta

1) Analise o fluido anualmente. Use um recipiente transparente para retirar uma amostra direta do sistema por uma válvula de descarga ou por um dreno de ponto baixo. Permita que uma certa quantia seja descartada em outro recipiente antes da amostra ser retirada. Em seguida, retire uma amostra do fluido quando o mesmo estiver em uma temperatura entre 180°F e 230°F. Examine o óleo, procure por partículas suspensas, e verifique a viscosidade. A alta viscosidade normalmente é encontrada quando o fluido estiver oxidado ou contaminado. Em seguida envie a amostra para a Paratherm para que o fluido possa ser analisado.

2) Mantenha o filtro Y limpo para que a vida do fluido seja prolongada. Isso ajudará no funcionamente do sistema.

3) Utilize um processo adequado para a inicialização e desligamento do sistema. Para economizar no custo de combustíveis, algumas plantas desligam os aquecedores durante a noite, nos finais de semana, e durante estações mais frias. Quando for inicializar o sistema, traga a saída do aquecedor gradualmente a uma temperatura de até 200°F e logo após continue o aquecimento até que o mesmo chegue a sua temperatura operacional. Este processo evitará o super aquecimento do fluido. Quando o aquecedor for desligado, deixe o ventilador de combustão e a bomba de circulação funcionando até que a temperatura do fluido diminua para 200°F.

4) Verifique se o isolamento foi molhado por óleo. Um isolamento encharcado poderá possivelmente entrar em ignição. Neste caso, recomendamos que as células fechadas de isolamento sejam utilizadas ou que o isolamento seja removido por completo de todos os pontos onde qualquer tipo de vazamento possa ocorrer. Lembre-se que a fumaça será um sinal de vazamento.

5) Verifique o interruptor de baixo nível para certificar que o mesmo esteja funcionando, pois o lodo tende a se armazenar no tanque de expansão causando o desligamento do interruptor de nível. Isso permitirá que o sistema continue a operar com o tanque seco causando a severa degradação do fluido.

6) Remova a água drenando uma pequena quantidade de fluido pela parte inferior do tanque de expansão.

7) Drene o recipiente de captura e o tanque “buffer”. Nunca coloque o fluido encontrado no recipiente de captura de volta no sistema.

8) Verifique a temperatura do tanque e compare com a temperatura da saída do aquecedor. Se a temperatura for maior do que o normal, pode ser que esteja acontecendo uma acumulação de fuligem no lado de fora das bobinas, ou que o carbono esta se acumulando dentro das bobinas.


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